Relaxamento - 06/04/2008
Como os sons influenciam o cérebro

A influência da música em sua vida!





O organismo físico e emocional não suporta a dissonância rítmica, um perigo mortal para todos os seres vivos.

A tendência natural é de acomodação do ser vivo a qualquer ruído externo próximo. E, por esse motivo, devemos evitar certos barulhos e sons se quisermos o relaxamento.

A música ajuda na interiorização da mente. Estimula a reflexão. Descansa a mente.

Fizeram uma pesquisa com um peixinho de aquário. Ele precisa de 43 aspirações por minuto para não morrer asfixiado. Colocaram um aparelho próximo ao aquário na frequênciade 40 tic tacs por minuto. O peixe foi para um local mais silencioso do aquário, porque seu organismo teria que se adaptar ao ruído e sua respiração iria cair. Se o ruído prosseguisse ele morreria asfixiado.

Assim também acontece conosco. Os seres humanos se adaptam aos ruídos locais, principalmente o coração e a respiração.

No final de qualquer balada o que o DJ faz? Começa a diminuir o ritmo, a freqüência rítmica das músicas para desacelerar os jovens.

Já observou o ritmo da música das baladas e festas have?
Tum, ta , Tum, como as batidas do coração. O som é tão alto e acelerado que alguns jovens tomam bebidas estimulantes, muito álcool para entrar no ritmo. O que pode ser muito perigoso para a saúde. Dançar faz bem, mas aliar drogas à dança e a música, uma faca de dois gumes.

E, por esse motivo, se você sofre de insônia não ouça rock antes de dormir. Vai excitá-lo ainda mais.

A música barroca induz ao relaxamento, diminui as batidas do coração e a respiração naturalmente. Está nervoso? Ouça música barroca e nem precisará induzir seu corpo a relaxar. Ele fará isso imediatamente.

A música induz à imaginação.

Quando relembramos algumas cenas ruins, nós estimulamos os neurotransmissores do cérebro a se comunicar com outros, como se estivessem conversando entre si. Daí surge a imagem.

Neurotransmissores são substâncias químicas que ajudam na comunicação das células cerebrais.

Relembre uma briga com uma pessoa amada.

Nesse momento, entrarão os neurotransmissores do cérebro. Essas substâncias tem a função de ajudar os neurônios a formar imagens ligadas ao seu pensamento.

Depois de alguns minutos , a cena da briga vai se materializar na sua mente e começará a sentir tudo outra vez: irritação, medo, raiva. Sofrerá novamente.

Relembre uma cena bonita ou feliz e os neurotransmissores farão o mesmo. E uma imagem boa entrará na sua mente.
E a sensação física será agradável!

Se quiser se sentir bem - tem que aprender a pensar direito!

A música apropriada ajuda nesse sentido.

Quando você está com depressão, seus neurotransmissores ficam "doidos". Algumas doenças psicológicas precisam de remédios. Esses remédios tem que ser específicos para atravessar as barreiras naturais do cérebro.

É muito difícil atravessar a barreira das células cerebrais, mas a MÚSICA consegue atingir os neurônios.
A música atinge os neurônios, porque são ondas...
E cada música, corresponde a uma cor imperceptível a olho nu, mas percebida pelo inconsciente.
E, por esse motivo, algumas músicas despertam sensações desagradáveis e outras agradáveis.

Quer viver bem?

Deixe que a música faça parte da sua vida!

Certos tipos de música ajudam a curar os sintomas da depressão,

facilitam o aprendizado,

amenizam o pessimismo,

estimulam a mente.

Quer melhorar seu aprendizado?

Ouça "As quatro estações de Vivaldi".

Quer relaxar e esvaziar a mente?

Ouça sons da natureza, como barulho de água e cachoeira.

Quer ficar reanimado?

Sons da Enia, Yanni e por aí vai.

Cuide do seu corpo ouvindo música!

A música é vida!

É saúde!

Bibliografia: Internet

www.biodanzasp.com.br



www.cerebromente.org.br




Sandra Cecília

 

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