Entrevistas - 27/08/2010
Entrevista com a escritora e médium Sulamita Santos







A médium Sulamita Santos nasceu em Boituva, no interior do São Paulo em 1968. Desde muito jovem, Sulamita conviveu com fenômenos mediúnicos, mas não entendia bem o que se passava com ela. De família evangélica, não conseguia aceitar os ensinamentos simplistas que lhe eram oferecidos. Sulamita ouvia vozes, e por isso vivia um conflito interior angustiante.


O professor e escritor Maurício de Castro entrevistou a escritora:


Maurício de Castro: É um prazer tê-la entre nossos entrevistados. Pode nos contar como a Doutrina Espírita chegou até você?

Para mim é um enorme prazer informar como cheguei até à doutrina espírita, afinal como foi enfatizado pela própria Margarida da Cunha só há duas maneiras de aprender, pelo amor ou dor, infelizmente para mim foi da maneira mais dolorosa possível. Como eu tinha muitas indagações e poucas respostas, me lembro de ter lido um artigo em uma revista que falava sobre reencarnação, confesso que isso me deixou bastante intrigada e isso fez com que eu me aproximasse de dona Madalena que foi a pedra angular em meus conhecimentos espíritas.
Dona Madalena era uma senhora com mais de sessenta e cinco anos, que havia mudado de São Paulo para o interior; como ela havia perdido o marido anos antes, ela decidiu morar em uma cidadezinha onde pudesse levar uma vida tranqüila sem agitação devido a seus problemas de saúde. Conheci essa boa senhora por meio de uma amiga em comum, e aos poucos ela falava sobre assuntos espirituais e isso fez com que eu lhe fizesse várias perguntas aos quais ela sempre respondia com razoabilidade e aos poucos percebendo que a religião em que eu fazia parte não estava respondendo as minhas questões existências pelas quais estava sendo confrontada, comecei a freqüentar a casa de dona Madalena assiduamente até que certo dia, ela me emprestou um livro chamado, O Livro dos Espíritos, embora esse livro para quem não conheça nada da doutrina seja um pouco difícil de compreender, li em apenas quinze dias, porém quanto mais eu lia, mais perguntas eu tinha a fazer de modo que passei a freqüentar a cada de dona Madalena todas as quintas-feiras, mas como essa boa senhora já estava adoentada com sérios problemas cardíacos ela se cansava facilmente e a conversa que começava muitas vezes na sala terminava no quarto, devido ao grande cansaço que ela sentia.
E com isso aos poucos, dona Madalena foi me orientando sobre as verdades espirituais de modo que posso dizer que ela foi minha preceptora na doutrina. Embora dona Madalena já não freqüentasse centro algum devido a sua debilidade física, ela passou a me ensinar com amor e explicar com verdadeiro zelo as codificações de Kardec.
Confesso que ao ler o livro dos Espíritos, muitas coisas eu não compreendi, porém eu anotava as perguntas e quando estava junto a ela fazia questão de perguntar. Mas na verdade o que mais me chamou atenção nessa boa senhora é que aos poucos fui contando para ela todos os fenômenos que ocorriam em minha casa e ela nunca duvidou de mim, como eram comuns as pessoas da igreja fazerem.

Sempre que eu lhe contava algo que havia acontecido, ela não me olhava surpresa e muito menos demonstrava desconfiança em minhas palavras.
Isso fez com que eu me sentisse a vontade em lhe relatar tudo que acontecia, porém ela sempre me instruía a fazer preces.
Infelizmente dona Madalena partiu me deixando só e embora eu soubesse que teria que continuar com esses conhecimentos, tinha receio de procurar um Centro Espírita em minha cidade natal, pois temia a repressão familiar e sendo assim, passei a freqüentar o Centro Espírita Jesus Maria e José na cidade de Tatuí.
Uma cidade distante de Boituva apenas vinte e cinco quilômetros de modo que não me era difícil ir e vir, e graças a essa doutrina conheci pessoas que hoje considero como sendo de minha família.



Através de sua biografia verificamos que você veio de uma família evangélica. Foi difícil o rompimento com essa crença?

- Sim! O rompimento com essa crença foi muito difícil, pois quando se cresce em determinada denominação religiosa, você tem laços que dificilmente se rompem.
Sempre aprendi que a alma é mortal e, que, quando o homem morre ele deixa de existir, porém em meu intimo alguma coisa me dizia que as coisas não eram assim e com isso minhas dúvidas passaram a me sufocar, pois o que eles ensinavam já não estava fazendo sentido algum pra mim.
Foi então que comecei a fazer certas perguntas a vários membros da igreja, porém suas respostas eram vazias e sem sentido para mim.
Minha mãe seguidora fiel da doutrina, não me permitia fazer perguntas, dizendo que eu logo me tornaria uma apóstata.
E isso foi fazendo com que aquelas perguntas ficassem retesadas em minha mente.
Depois de um tempo em que estava freqüentando a casa de dona Madalena para o estudo do Livro dos Espíritos, decidi não mais ir à igreja que minha mãe propagava como sendo verdadeira e isso fez com que eu tivesse sérios aborrecimentos familiares.
O rompimento com essa religião foi realmente muito difícil, não somente pelo lado familiar, como também seus ensinamentos que estavam profundamente arraigados em mim e não era incomum eu fazer comparações mentais com os ensinamentos que estava tendo com dona Madalena e os ensinamentos que me foram implantados desde criança.
Mas a balança foi justa e aos poucos foi pendendo para os novos conhecimentos que estava adquirindo, fazendo-me sentir a veracidade em cada ponto do Livro dos Espíritos.
Outro ponto que me perturbou era sobre a reencarnação, embora eu tivesse aprendido que o homem não tem uma alma imortal e que ele é uma alma imortal, como explicar as aparições que tanto eu como meu pai tínhamos?
Enfim no começo não foi fácil, mas com o passar do tempo passei a não só compreender como aceitar essas verdades em meu coração.


Você tem três livros publicados pela editora Lúmen: DOCE ENTARDECER e À PROCURA DE UM CULPADO e DESEJO DE VINGANÇA. São obras muito boas, esclarecedoras, com enredos fascinantes que prendem o leitor do começo ao fim. Como foi escrever esses livros?

Para mim realmente foi uma experiência maravilhosa, da qual só me trouxeram alegrias.
O Doce Entardecer, na verdade, foi o segundo livro transmitido para mim, pois o primeiro que inicialmente o titulo era Amizade Eterna onde conta a historia de Margarida falando sobre onde viveu e em que época viveu, foi o primeiro a ser transmitido por ela.
Mas devido à falta de tempo e ferramenta de trabalho, esse livro que começou em uma máquina de escrever demorou um tempo para ser escrito.
Quanto a Procura de um culpado, ele foi escrito rapidamente, em apenas em um mês e doze dias, pois eu acabo me tornando uma leitora só que em primeira mão e isso fez com que eu logo terminasse a escrita.
No momento estou fazendo a revisão desse livro para o ano que vem e espero que este livro caia no gosto do público assim como caiu À Procura de um Culpado, Doce Entardecer e Desejo de Vingança.
Portanto, escrever esses livros para mim está sendo fonte de grandes alegrias.

Qual sua rotina como médium? Tem dias e horários certos para a tarefa? Há algum tipo de preparação para começar a escrever?

Bem, a princípio quando comecei a escrever, eu não tinha uma rotina de trabalho o que por diversas vezes fez com que a própria Margarida chamasse minha atenção com respeito à disciplina, mas com o passar do tempo, aprendi a encarar o fato com mais seriedade e sendo assim estipulei horários para iniciar o trabalho. Desde o inicio tenho por hábito iniciar e encerrar o trabalho do dia com uma prece.


Pode nos falar um pouco de Margarida da Cunha, o espírito que escreve através de você?

Margarida da Cunha é uma escritora e grande trabalhadora na seara do bem, ela não somente contou sua historia como também retrata com seriedade e simplicidade as historias que até ela chegam.
Margarida viveu na época da escravatura como sendo filha de um coronel riquíssimo; ela nasceu e cresceu pelas redondezas de Rio Claro, porém tanto ela como sua família não viam os negros como animais pelo contrário via como seres humanos que mereciam respeito e sendo assim ela logo se engajou com alguns abolicionistas da época manifestando seu desejo de acabar com a escravidão no Brasil colônia.


Você nos contou que os fenômenos espíritas sempre estiveram presentes em sua vida. Há até histórias interessantes que não podem ser explicadas pela lógica materialista. Pode nos contar uma delas?

Eu não só posso contar uma delas, como poderei contar várias delas.
Como havia lhe dito, venho de uma família que a grande maioria são médiuns. Meu pai é um médium audiente e vidente, minha mãe sempre viu coisas e pessoas, tanto que tempos antes de ela vir a falecer vitimada por um derrame, ela me contou que sua avó havia lhe feito uma visita e dito que logo seu sofrimento acabaria.
Confesso que, quando ela me contou sobre o fato, logo compreendi que minha mãe iria embora, apesar de estar aparentemente bem, sabia que ela não ficaria muito tempo entre nós.
E assim se deu, em uma noite de quinta-feira, depois de conversar com ela ao telefone, ela sofreu uma convulsão e logo foi hospitalizada, mas como estava fragilizada, seu fêmur foi quebrado e como sua religião não permite a transfusão de sangue ela veio falecer devido às complicações devido ao ferimento.
Minhas irmãs também relatam sobre o que vêem e como não posso tocar no assunto resta-me fazer preces por eles.
Mas voltando ao assunto, por diversas vezes houveram fatos curiosos em relação ao assunto.
Certa vez, minha mãe comprou uma tesoura e a tesoura sumiu e, sempre que se tocava no assunto da tesoura, acabava havendo discussão em minha casa, pois minha mãe acreditava que um de nós (filhos) havia emprestado ou dado de presente a alguém. Todos em casa ficamos por semanas a fio procurando a tesoura e ela havia simplesmente desaparecido.
E assim essa tesoura ficou sumida por vários meses; e, certa sexta-feira, sentindo-me completamente triste e aborrecida, deitei-me e assim que eu peguei no sono, ouvi uma voz masculina, forte dizendo:

- Sulamita, pegue a tesoura que está na gaveta e acerte aqui e nisso eu sentia um dedo ser colocado sobre o meu peito.

A voz continuou a dizer por diversas vezes que era para eu pegar a tesoura e acertar meu peito, porém eu não vi de quem se tratava, apenas ouvi a voz.

Assim que acordei, estava abrindo a porta de meu quarto e sem pensar no assunto, deitei-me e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ao acordar, lembrei-me do fato esquisito que havia presenciado e fui até à máquina de costura de minha mãe e para a surpresa de todos; a tesoura estava lá.
Outro fato curioso também que ocorreu foi que em certo domingo eu fui trabalhar, pois sou enfermeira. Tranquei a porta do meu quarto e levei a chave para o quarto da minha mãe.
E era comum entrar no quarto de minha mãe para pegar a chave e em seguida dirigir-me a meu quarto.
Naquela segunda-feira pela manhã esqueci temporariamente que havia deixado a chave no quarto de minha mãe e fui diretamente ao meu quarto.
Ao abrir a porta, vi meu quarto todo bagunçado. Havia pegadas na cama, o violão estava no chão juntamente com diversos discos todos espalhados.
Sou uma pessoa cheia de manias e uma delas é a organização. Ao ver meu quarto me lembro de ter ficado muito brava e passei a acusar minhas irmãs dizendo que elas haviam levado as amigas para meu quarto e feito uma grande bagunça.
Minha mãe disse que as meninas haviam saído assim que sai para trabalhar e, que, haviam voltado às vinte e duas horas e, depois disso, cada uma havia ido pro seu quarto.
Minha mãe foi logo dizendo que ela havia pegado a chave do meu quarto e foi verificar se eu havia fechado a janela, pois por diversas vezes eu havia trancado a porta e esquecido a janela aberta.
Ela afirmou também que tudo estava em seu lugar e que a janela estava fechada. Ela apagou a luz e trancou a porta passando duas voltas na fechadura, foi então que minha mãe perguntou:

- Que horas você entrou pra pegar a chave?

Foi nesse momento que me lembrei que não havia entrado para pegar a chave.Indo ao quarto da minha mãe coloquei a chave na porta e constatei que minha mãe estava falando a verdade, pois a fechadura estava com o pino para fora e ao voltar à chave realmente eram duas voltas.
Nesse dia, minha mãe começou com seu sermão de sempre; que os demônios haviam feito bagunça no meu quarto para arrumar encrencas. Minha mãe pegou 22 discos da Maria Bethânia e queimou dizendo que os discos dela traziam má influencia.
Na época em que aconteceu isso eu estava começando a conversar com dona Madalena e logo ela me explicou o motivo por que isso ocorria.
O interessante nisso tudo é que, quando as coisas aconteciam, pessoas que estavam comigo viam que com o tempo, fui ficando cada vez mais sozinha. Minhas amigas foram se afastando e isso me fez sentir cada vez mais só.
Há vários relatos sobre efeitos físicos que ocorreram e o interessante que na grande maioria das vezes há uma testemunha para atestar a veracidade de minhas palavras.
Um outro fato interessante que me lembro quando estava estudando enfermagem. Na segunda-feira eu tinha que entrar no hospital às sete da manhã, para o estágio, mas eu havia ficado trancada em meu quarto o final de semana inteiro, sentindo-me só e deprimida.
Ao pensar que tinha que levantar cedo para ir ao hospital, sentia um desespero que não conseguia explicar.
Lembro-me de ver um programa na TV no final da noite de domingo, e assim que apaguei a luz pensei:

- Como eu queria nunca mais sair desse quarto.- eu disse em voz alta.

A luz do vídeo cassete ficava acesa e isso permitia que eu visse o meu quarto inteiro, mesmo fracamente.
Logo vi uma sombra sair de trás do guarda-roupa e se aproximar da minha cama.Percebi que se tratava de uma mulher. Ao se aproximar senti uma alegria sem explicação.
Do mesmo lugar que ela saiu ela voltou. Sentei-me na cama rapidamente dizendo:

- Não vá embora!

Corri, acendi a luz e no meu quarto não havia nada, absolutamente nada, apenas cheiro de flores.
Deitei e logo adormeci.Lembro que acordei na segunda-feira bem disposta. Eu me arrumei para ir ao hospital, tomei café e foi um dos melhores dias de estagio que tive.
Há tantas coisas que posso relatar...
Sem saber que tudo que vivenciei foi para me aproximar da doutrina de Jesus.

Quando e como começou a psicografar? Você imaginava que
algum dia seria médium escrevente?


Comecei a psicografar primeiro no Centro Espírita no qual eu trabalhava, mas a princípio eram poucas mensagens, mas com o tempo foi se intensificando. Finalmente Margarida me convocou para o trabalho.
Para ser sincera nunca imaginei que um dia seria médium escrevente, mas confesso que sou muito feliz por sê-lo.

Leon Denis diz que “o Espiritismo não é a religião do futuro, mas sim o futuro das religiões”. Você acha que esse tempo está ainda muito distante?

Ainda acho que esse tempo não chegou; pois ainda há muitas disputas religiosas que acabam confundindo a humanidade ainda mais.Sem contar às barbáries que ainda ocorrem em nome da religião, principalmente no Oriente Médio, mas creio que, em um tempo muito distante, essa religião será finalmente o futuro das religiões.

O mundo atual está conturbado, a violência assola, a depressão e o câncer , o desamor, o abandono, a solidão e as drogas parecem fazer parte da maioria da vida das pessoas. Acha que estamos mesmo passando por uma época de transição? Na sua opinião, o que fazer para melhorar tudo isso?

Realmente, há muitos problemas que acabam nos tirando a paz: a desigualdade social, as doenças e os problemas íntimos de cada um, mas como diz o próprio evangelho, a terra não é um planeta de delicias, mas antes de expiação e provas. A Terra deixará de ser um planeta de expiação e provas para se tornar um planeta de regeneração.Essa transição já está ocorrendo como o próprio Allan Kardec menciona em suas obras póstumas, que isso se dará gradualmente.
As mudanças já estão ocorrendo mas as pessoas não estão se dando conta disso.
Em minha opinião, o melhor caminho para melhorar tal situação é procurar colocar em prática o que Jesus nos ensinou, principalmente a máxima maior de Amar ao próximo como a ti mesmo.
Hoje as pessoas estão mais centradas em seus próprios interesses e ambições esquecendo do irmão que muitas vezes está ao lado. Enquanto as pessoas não olharem para o outro e vê-los como irmãos e se interessarem pelas necessidades do próximo os problemas se intensificarão.
Logicamente não podemos aliviar a dor de um enfermo, mas podemos lhe encorajar a enfrentar suas provações com determinação, aliviando a dor de sua alma ao se lembrar dos ensinamentos de Jesus.
Podemos ajudar a mitigar a fome de quem tem fome, dar água a quem tem sede e repouso para aqueles que nada tem.
Jesus mencionou que se fizermos isso pelo nosso próximo estaremos fazendo a ele próprio.
Jesus deixou claro que a caridade é o único meio que nos ajudará a evoluir como espíritos.
Talvez não possamos fazer muito para melhorar o mundo, mas devemos dar sempre o nosso melhor, mesmo que o nosso melhor seja algo insignificante perante as dores atuais.
Não importa o quanto fazemos, mas o importante é como fazemos, pois isso é que faz a diferença.
Não poderemos mudar o mundo sozinho, porém podemos contribuir para melhorar o mundo de alguém.
Como disse o próprio Chico Xavier:

“A caridade ensinada melhora os ouvidos, mas a caridade praticada aprimora os corações”.

O mundo só perceberá sua melhora, quando cada um de nós, procurar fazer a nossa parte em praticarmos a verdadeira caridade.


A editora Lúmen recentemente lançou mais um livro seu que se chama “Desejo de Vingança”.Pode nos contar um pouco da história e qual é a lição que esse livro nos traz?

Esse trabalho recém lançado pela Lúmen Editorial relata sobre Manoel que, movido pela ilusão, acaba realizando um casamento mal sucedido.Os espíritos inferiores aproveitando da fragilidade do casamento acabam por escravizar sua esposa por algum tempo fazendo com que o enlace dos dois se torne um verdadeiro martírio.
Ela por sua vez, acaba se apaixonando por um outro jovem problemático e os dois finalmente decidem matar Manoel. Manoel tinha muitas qualidades, mas também como todos os seres humanos tinha um grave defeito: o de não perdoar.
Como desencarnado finalmente ele passa a se vingar de seus algozes de maneira implacável.
Nesse romance há muitos encontros e desencontros,mostrando que a ilusão pode custar muito caro e, finalmente, quando se dá conta disso, o melhor caminho é o perdão.
É um livro que mostra como o perdão pode simplificar a vida das pessoas.

Como leitora, quais seus autores prediletos e quais indica para seus leitores?

Há muitos autores que estão contribuindo para a evolução da humanidade, o que acho maravilhoso. E, nesse caminho, há autores fabulosos mas devo salientar que as obras de Kardec são verdadeiros pontos de luz em um mundo que ainda vive em escuridão.
As obras de André Luiz recebidas através do médium Chico Xavier são maravilhosas.
Há novos autores que me chamam a atenção, como Eliana Machado Coelho, Vera Lucia Marinzeck de Carvalho e outros.
Mas o principal é que a espiritualidade está ajudando as pessoas a conhecerem a realidade espiritual de várias formas e com vários autores.
Cada autor encarnado está fazendo a sua parte em contribuir para a melhora do mundo.
Certa vez, a Margarida me disse que o mensageiro não é tão importante quanto às mensagens a serem entregues.
Fica a lição que cada autor tem como responsabilidade transmitir uma mensagem positiva às pessoas, quer seja por meio de romances, ou por meio de livros de estudo, nunca deixando de lado a humildade.

Pedimos que deixe uma mensagem para nós, seus leitores e a todos os internautas de Relax Mental:

A mensagem que tenho a dizer a todos é que por mais difícil que seja o caminho e mais pedregosa a estrada, devemos prosseguir olhando sempre à frente para o foco maior que é Jesus, mesmo que muitas lágrimas sejam derramadas, não devemos esquecer que todos os problemas e dificuldades que enfrentamos são transitórios e a felicidade ainda está por vir. Precisamos prestar atenção no que estamos fazendo do hoje, pois somente assim poderemos garantir a felicidade futura.

Agradecemos à médium Sulamita Santos a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre sua história de vida e suas obras espíritas.

Agradecemos também ao médium, escritor e professor Maurício de Castro.






Sandra Cecília

 

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